Era uma noite clara de luar e toda a tribo como de costume se encontrava ao redor da fogueira, do mesmo modo como seus pais e os pais antes dele se fizeram durante tantas luas atrás. Para a pequena criança aquilo ainda soava mágico, mesmo que pra ele já não fosse mais novidade.
E o mais velho de todos começou a contar histórias de tempos idos, suas mãos criavam sombras que assumiam formas conforme seu relato prosseguia, atiçando a imaginação da pequena criança, que se sentia como se fosse parte da história.
Olhava para os gestos que iam até o céu e aquele lençol negro forrado de estrelas era seu sonho, se via como uma das pequeninas estrelas e pensava quantas delas já tinham sido crianças como ele um dia.
E seguia nesses devaneios ao som da voz do ancião até que seus olhos se tornaram pesados e ele adormeceu e nesse sono ele podia se tornar uma estrela e olhar toda sua tribo, sua floresta e os iluminar e proteger.
Seu desejo era tão grande que uma vez adormecido nunca mais acordou.
E o mais velho de todos começou a contar histórias de tempos idos, suas mãos criavam sombras que assumiam formas conforme seu relato prosseguia, atiçando a imaginação da pequena criança, que se sentia como se fosse parte da história.
Olhava para os gestos que iam até o céu e aquele lençol negro forrado de estrelas era seu sonho, se via como uma das pequeninas estrelas e pensava quantas delas já tinham sido crianças como ele um dia.
E seguia nesses devaneios ao som da voz do ancião até que seus olhos se tornaram pesados e ele adormeceu e nesse sono ele podia se tornar uma estrela e olhar toda sua tribo, sua floresta e os iluminar e proteger.
Seu desejo era tão grande que uma vez adormecido nunca mais acordou.
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