Parados olhando um pro outro no meio da praça, entre o escorregador e o balanço, ficaram admirando seu mais novo brinquedo, de modo a não mais notar os antigos brinquedos que de tanto usarem já lhe pareciam cansativos.
Era uma pequena caixa de madeira entalhada com detalhes em dourado que o menino tinha em suas mãos. A menina, menor do que ele, se colocava na ponta dos pés para tentar enxergar algo, sem muito sucesso.
Abaixando-se um pouco o menino abriu a caixa e dentro dela uma pequena bailarina começou a girar ao som da música que tocava. Ficaram um tempo olhando para aquilo sem muito o que entender.
Entendiados com a simplicidade do que consideravam um brinquedo, fecharam a caixa e o menino tornou a guardar em seu bolso. Foi brincar com os outros um tanto quanto decepcionado, esperando algo mágico naquela caixa que fazia sua mãe sorrir e chorar ao mesmo tempo.
O que ele não poderia saber na juventude de seus cinco anos era que aquela caixa era tudo o que sobrara da mãe que sua mãe nunca conhecera.
Era uma pequena caixa de madeira entalhada com detalhes em dourado que o menino tinha em suas mãos. A menina, menor do que ele, se colocava na ponta dos pés para tentar enxergar algo, sem muito sucesso.
Abaixando-se um pouco o menino abriu a caixa e dentro dela uma pequena bailarina começou a girar ao som da música que tocava. Ficaram um tempo olhando para aquilo sem muito o que entender.
Entendiados com a simplicidade do que consideravam um brinquedo, fecharam a caixa e o menino tornou a guardar em seu bolso. Foi brincar com os outros um tanto quanto decepcionado, esperando algo mágico naquela caixa que fazia sua mãe sorrir e chorar ao mesmo tempo.
O que ele não poderia saber na juventude de seus cinco anos era que aquela caixa era tudo o que sobrara da mãe que sua mãe nunca conhecera.
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