Nada mais a dizer, talvez nem escrever seria possível, um branco, um silêncio, um vazio, nem metáforas mais conseguiam aparecer. O que fazer se nada mais saia de sua mente, de sua boca, de seus dedos?
O mundo fértil que existia em sua mente deixara de existir, era um deserto agora, uma cena inóspita dessas de um filme pós-apocalipse que passa na madrugada e que te bota a dormir antes da metade.
Sentimentos que fluiam com naturalidade sumiram, as histórias que sua imaginação lhe dava não mais existiam, as imagens em sua mente desapareceram e o deixaram com um livro em branco a ser folheado.
E parou para respirar por um segundo e percebeu que conseguiu escrever muito e dizer muito, mesmo sem ter certeza de ter algo a dizer, de que do nada também surge algo, que no princípio era a palavra e dela tudo nasceu.
Nunca mais temeu não ter o que dizer.
O mundo fértil que existia em sua mente deixara de existir, era um deserto agora, uma cena inóspita dessas de um filme pós-apocalipse que passa na madrugada e que te bota a dormir antes da metade.
Sentimentos que fluiam com naturalidade sumiram, as histórias que sua imaginação lhe dava não mais existiam, as imagens em sua mente desapareceram e o deixaram com um livro em branco a ser folheado.
E parou para respirar por um segundo e percebeu que conseguiu escrever muito e dizer muito, mesmo sem ter certeza de ter algo a dizer, de que do nada também surge algo, que no princípio era a palavra e dela tudo nasceu.
Nunca mais temeu não ter o que dizer.
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