Queimei a minha mão na vela, queimei e a deixei lá para queimar, não me importava a dor que sentia, eu simplesmente nao podia parar. Fiquei por um momento atordoado querendo que a dor fosse me dominar, mas tolo era eu em achar que a dor que sentia, por outra eu podia trocar. Por isso queimei e a deixei lá para queimar.
Era minha mão direita, a mão que um dia vc disse que nunca mais iria soltar, mão que é lembrança de você que eu simplesmente não sei como apagar. Eu troco minha vida pela da vela, e eu queimo, e fico lá até terminar.
O que parecia infinito, passou, morreu, e nada mais sobra, aqui estou eu. Parado , pensando, em cada erro meu, martelando pra entender como tudo aconteceu. Um sentimento que floresceu, murchou e pereceu. Fico com a cinzas para ter algo a chamar de meu.
E a vela se consome, se apaga, ficando igual a mim, reduzida a nada.
Era minha mão direita, a mão que um dia vc disse que nunca mais iria soltar, mão que é lembrança de você que eu simplesmente não sei como apagar. Eu troco minha vida pela da vela, e eu queimo, e fico lá até terminar.
O que parecia infinito, passou, morreu, e nada mais sobra, aqui estou eu. Parado , pensando, em cada erro meu, martelando pra entender como tudo aconteceu. Um sentimento que floresceu, murchou e pereceu. Fico com a cinzas para ter algo a chamar de meu.
E a vela se consome, se apaga, ficando igual a mim, reduzida a nada.